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Novidades sobre Doce Vampira

Li Doce Vampira em 2013 através de um Book Tour e é maravilhoso quando um livro que não conhecemos acaba caindo assim nas nossas mãos e nos surpreendendo, proporcionando uma leitura incrível! Adorei Doce Vampira e você pode conferir a resenha clicando aqui (dá pra notar que gostei mesmo pela empolgação nessa resenha). 

E agora Doce Vampira está de cara e casa novas. Para conhecer a Avec Editora e suas publicações, dá uma conferida aqui.

Para a nova capa de Doce Vampira (e do segundo volume, Alma Vampira, que logo terá sua capa divulgada!), foi realizado um ensaio fotográfico e disponibilizado o making off pra gente! Bora conferir!




Confira o making off completo aqui!

E tem mais novidades! 

O book trailer de Doce Vampira já saiu e o e-book acabou de chegar na Amazon, então clica aqui e corre pra adquirir e ler o seu! O livro físico logo mais será lançado.




Um romance Queer Chic. Os vampiros se revelaram ao mundo, mas ainda sofrem muitas desconfianças dos humanos. Apaixonadas Duda e Esther precisam lidar com todos os tipos de discriminação por serem de raças diferentes e ambas do mesmo sexo. Será que o amor delas sobreviverá a segredos e ao fanatismo? Descubra nesse romance com toques de drama e mistério. Entre de cabeça no universo fantástico criado pela escritora Ju Lund.

Leia o primeiro capítulo aqui!

Sobre a autora


Juliana Andrade Lund, mais conhecida como Ju Lund, é amante das artes e gaúcha de Pelotas, Técnica em Turismo e Hotelaria. Graduanda em Artes Visuais Lic, começou a publicar seus contos em um blog em 2010 que se transformou em um portal. É apaixonada por seus 3 gatos e agora mãe de primeira viagem, "transformo meus melhores sonhos e piores pesadelos em contos e romances".

Para ficar por dentro, siga a autora nas redes sociais:

Facebook (livro Doce Vampira)

Resultado do Concurso Cultural "A Menina Que Semeava"

Oi, gente! Hoje vou mostrar para vocês a fotografia vencedora do Concurso Cultural "A Menina Que Semeava". O Concurso consistia em tirar uma fotografia com base em um trecho do livro que publiquei no post do Concurso. Só para relembrar:


"Elas viraram à esquerda e passaram por uma porta que as levava para fora. Becky teve um impacto imediatamente. As cores eram quase fisicamente arrebatadoras. Obviamente havia azul por todos os lados - Becky achava mais interessante se as folhas das árvores de Tamarisk fossem azuis em vez de verdes -, mas havia tantas outras cores que eram novas para ela. Então era assim que aquamarrom parecia? Será que aquela flor limão-tangerina-melão era a cor que ela chamou de juce? E como se chamaria a cor daquela flor à direita, aquela cor que parecia ser ao mesmo tempo verde-escuro, preto intenso e azul da meia-noite?" (p. 133)


A fotografia podia ser editada digitalmente e os critérios de avaliação eram: correlação com o tema proposto, originalidade e criatividade. 

Antes de mostrar para vocês a fotografia e anunciar quem ganhou o Concurso eu quero falar um pouquinho sobre criatividade e também sobre uma experiência que tive. 

A criatividade nada mais é do que uma forma de se usar o cérebro de um jeito diferente, ou seja, é a capacidade de encontrar novos caminhos entre ideias e conceitos, e novos conceitos a partir das mesmas ideias. No momento de ser criativo, o cérebro usa a si mesmo de outra maneira e descobre um caminho alternativo para resolver o problema que está sendo proposto.*

Quando estava na faculdade tive uma matéria chamada Criatividade. Logo em uma das primeiras aulas o professor pediu para que a sala formasse grupos e nos deu o seguinte problema: "Quero que vocês joguem uma vela acesa do segundo andar, ela deverá continuar acesa e não se quebrar quando cair no chão"

Ah, tá. Impossível, né? Não lembro quanto tempo tínhamos, mas era pouco, e eu e meu grupo ficamos obcecados com aquilo, imaginando um milhão de maneiras de conseguir jogar uma vela do segundo andar e ainda mantê-la acesa e intacta quando caísse no térreo. Acabamos criando uma engenhoca, com saco de lixo e linha, um paraquedas para fazer a vela descer docemente. Resultado: a vela (acesa) caiu com tudo e o saco de lixo ainda pegou fogo. x: 

Mas um grupo conseguiu a façanha que o professor pediu e sabe o que eles fizeram? Desenharam uma vela acesa em uma folha A4 e a jogaram do segundo andar, é claro que a vela estava intacta e acesa quando chegou no térreo! 

E era exatamente isso que o professor queria nos mostrar. Ele nos deu um problema quase impossível de se resolver e nos mostrou que a solução não precisava ser nada estrambólica, na verdade era muito simples, afinal ele não falou nada em vela de cera ou fogo no sentido próprio. Bastava uma representação da vela e do fogo. 

Contei essa história porque muitas vezes nos deparamos com um problema e pensamos nas respostas mais absurdas e, na maioria das vezes, a resposta é muito simples, basta usar a criatividade e se soltar. 

O trecho do livro que serviu de base para o Concurso podia parecer difícil, afinal fala de coisas que não existem em nosso mundo, como folhas de árvores azuis no lugar de verdes e cores que desconhecemos (cores que parecem mais sensações). E então, como tirar uma fotografia de algo que não existe? Usando a criatividade! 

Agora eu vou parar de "tagarelar" e mostrar para vocês a foto vencedora:


A fotografia é da Camila Rodrigues e eu adorei! É uma foto linda! Parabéns Camila! 

A fotografia será postada na Fan Page do blog e eu estarei te enviando um e-mail pedindo os seus dados. ^^

*HERCULANO-HOUZEL, Suzana. Criatividade é usar o cérebro de um jeito diferente. Mente e Cérebro, São Paulo: Duetto, ano XX, nº 250, p. 17, nov. 2013. 

Editorial inspirado em Tim Burton

A notícia não é nova, mas quando me deparei com as fotografias do editorial de outubro de 2009 da Harper's Bazaar eu tive que postar aqui. Adorei o trabalho do fotógrafo Tim Walker (tem muita coisa bacana no site dele) e até o Tim Burton aceitou posar para o editorial. Confiram as fotos:


  










Fonte: Fashion4Fun

Black Hole - Vol. 1 e 2


Black Hole - Introdução à Biologia, é o primeiro volume da excelente graphic novel ganhadora do Eisner Award de Melhor Álbum e nove Harvey Awards, de Charles Burns. 

A história se passa em meados dos anos 1970, nos arredores de Seattle. Uma praga começa a se disseminar nos jovens pelo contato sexual e em cada um dos infectados (a praga parece não poupar ninguém), ela se manifesta de forma diferente. Alguns ficam com apenas algumas manchas pela pele enquanto outros se transformam em verdadeiras aberrações, tornando-se uma mera recordação do que foram no passado. 

A juventude parece ser a porta de entrada para o purgatório, nesse clima de horror onde a história se desenrola, e o sexo é o início de um pesadelo. A vida parece ser uma roda-viva cheia de provocações e injustiças. 

Os jovens reagem de diversas formas com relação as transformações e a própria juventude e no decorrer da história estranhos assassinatos vão ocorrendo. 


Em Black Hole - O Fim, segundo volume dessa graphic novel aterrorizante e com ilustrações em preto e branco perfeitas e cheias de detalhes, os jovens continuam sendo infectados, virando verdadeiros monstros (um paralelo com a adolescência?), fugindo para poderem encontrar sua liberdade dentro de um corpo "marcado" pelas atitudes tomadas. As drogas, o tédio, o sexo e a insanidade continuam a toda nesse volume. 

Imperdível! 

A história serviu de inspiração para um ensaio fotográfico, fruto da parceria do fotógrafo Max Oppenheim e o artista protético Bill Turpin. Tudo foi cuidadosamente elaborado para manter a fidelidade aos quadrinhos (argh). Se estiver comendo não prossiga!







Kiki de Montparnasse


Graphic novel maravilhosa, escrita por José-Louis Bocquet e ilustrada por Catel Muller.

O livro conta a história de Alice Prin, nascida na vila francesa de Châtillon-sur-Seine, no início do século XX. Na Paris boêmia de 1920, tornou-se Kiki de Montparnasse, uma das figuras mais adoradas em seu meio. Companheira de Man Ray, foi musa também de Kisling, Fujita, Léger, Picasso, Cocteau, Modigliani etc. Kiki foi eternizada em quadros e fotos. 


Kiki em O Violino de Ingres, de Man Ray (1924)


Kiki fotografada por Man Ray em 1922

Anne Hathaway by Mert & Marcus

Anne foi fotografa para o editorial do mês de setembro desse ano para a Interview Magazine.









Brooke Shaden

A fotógrafa Brooke Shaden, que vive em Los Angeles, leva-nos para seu mundo a partir de um labirinto de histórias que são suas próprias imagens, meticulosamente trabalhadas e detalhadas. Brooke diz que sua fotografia faz com que nós pensamos no significado de estarmos vivos. As fotos possuem uma estética de pintura e até certo ponto, chegam ao sombrio ou, quem sabe, ao inconsciente de cada um.